
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Desafio das 25 Expressões
Esta rolando na internet um exercício muito interessante lançado pela ilustradora Nancy Lorenz, onde o desafio é fazer todas as expressões listadas no modelo.

A ideia do exercício é praticar os traços e manter uma certa coerência nos sentimentos passados. Acho que é um aprendizado muito útil, pois nem sempre usamos todas as expressões faciais possíveis num personagem.

A ideia do exercício é praticar os traços e manter uma certa coerência nos sentimentos passados. Acho que é um aprendizado muito útil, pois nem sempre usamos todas as expressões faciais possíveis num personagem.
Quem quiser praticar, é só baixar o modelinho que eu fiz!
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Eu Odeio #1

Sabe quando o cabelo está meio seco / meio molhado? pois é isso. Odeio.
A vontade que dá é correr pro primeiro salão de beleza que ver na frente. O bom é que depois de algumas horas tudo se normaliza. Ou não.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Jaqueline e Sergio

Esta caricatura fiz para minha amiga Jaqueline que casou com o Sergio.
Ei você que vai casar. Encomende uma caricatura ou faça uma surpresa!
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
Trem Bão Ilustrado #1

A pizza estava uma delícia, a companhia agradável, a conversa boa e a mesa cheia de desenhos!
Neste encontro estavam a Iriam, Sidney, Alcides, Ryot, Stela, Mateus Lima, Dawson Neto, Igor, Regis Luís, e claro, eu e Ricbit.
Pessoal, valeu mesmo pela participação, e que venham outros encontros!

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Carapuças #3

Essa é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com a realidade é apenas uma coincidência!
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Qual foi a última vez que você Desenhou?
Crianças sempre desenham. Meninas ou meninos, ricas ou pobres, felizes ou tristes. Todas elas adoram desenhar como se tivessem nascido pra isso.
Mas aí tinha uma coisa que me intrigava. Por que a maioria das pessoas param de desenhar quando se tornam adultas? Falta de incentivo? Falta de talento? Medo de no futuro se tornar desenhista e depender de freelas para pagar as contas? Dúvidas, dúvidas…
Foi só na faculdade que entendi a solução deste mistério. Mas pra isso tive que entender como funciona o processo de desenvolvimento artístico das crianças!
De 1 a 3 anos – Fase conhecida como das garatujas. Aqueles desenhos sem muito sentido sabe? Fase adorável em que o petiz descobre as paredes da casa. Não respeita os limites do papel, nem da Mãe. Os desenhos começam como riscos, depois evoluem para círculos, podendo até ganhar os primeiros indícios humanos, como bolinhas no lugar dos olhos.
De 3 a 4 anos – A criança já tem mais firmeza para segurar o lápis, pincel, giz ou qualquer coisa em que ela possa expressar todo seu talento de criança arteira. Já dominou as formas e tem intenção de reproduzir algo. Já dá para diferenciar quem é a Mamãe, o Papai e o gatinho no desenho.
De 4 a 5 anos – É a famosa fase dos desenhos típicos de criança: casinhas, flores, solzinho com carinha, paisagens, bichinhos… já se preocupa em dar uma aparência mais real usando mais cores, inserindo mais detalhes como cabelos, a cor dos olhos e o nariz grande do titio.
De 5 a 6 anos – Já ganham a capacidade de inventar histórias, e não se prendem tanto em retratar a vida real. Imagino que deve ser nesta etapa que os pequenos também ganham a habilidade de inventar uma mentira com começo, meio e fim para enrolar a mamãe na hora do almoço.
De 7 a 8 anos – Nesta fase o realismo domina. A criançada já consegue ter noção de profundidade e distancia, inserindo uma certa perspectiva nos seus desenhos. Nesta etapa também é quando a auto crítica reprime a cabecinha deles. Ficam muito exigentes e se frustram fácil se acham que o desenho não ficou legal. É quando muitos param de desenhar.
Mas aí tinha uma coisa que me intrigava. Por que a maioria das pessoas param de desenhar quando se tornam adultas? Falta de incentivo? Falta de talento? Medo de no futuro se tornar desenhista e depender de freelas para pagar as contas? Dúvidas, dúvidas…
Foi só na faculdade que entendi a solução deste mistério. Mas pra isso tive que entender como funciona o processo de desenvolvimento artístico das crianças!
De 1 a 3 anos – Fase conhecida como das garatujas. Aqueles desenhos sem muito sentido sabe? Fase adorável em que o petiz descobre as paredes da casa. Não respeita os limites do papel, nem da Mãe. Os desenhos começam como riscos, depois evoluem para círculos, podendo até ganhar os primeiros indícios humanos, como bolinhas no lugar dos olhos.
De 3 a 4 anos – A criança já tem mais firmeza para segurar o lápis, pincel, giz ou qualquer coisa em que ela possa expressar todo seu talento de criança arteira. Já dominou as formas e tem intenção de reproduzir algo. Já dá para diferenciar quem é a Mamãe, o Papai e o gatinho no desenho.
De 4 a 5 anos – É a famosa fase dos desenhos típicos de criança: casinhas, flores, solzinho com carinha, paisagens, bichinhos… já se preocupa em dar uma aparência mais real usando mais cores, inserindo mais detalhes como cabelos, a cor dos olhos e o nariz grande do titio.
De 5 a 6 anos – Já ganham a capacidade de inventar histórias, e não se prendem tanto em retratar a vida real. Imagino que deve ser nesta etapa que os pequenos também ganham a habilidade de inventar uma mentira com começo, meio e fim para enrolar a mamãe na hora do almoço.
De 7 a 8 anos – Nesta fase o realismo domina. A criançada já consegue ter noção de profundidade e distancia, inserindo uma certa perspectiva nos seus desenhos. Nesta etapa também é quando a auto crítica reprime a cabecinha deles. Ficam muito exigentes e se frustram fácil se acham que o desenho não ficou legal. É quando muitos param de desenhar.Eis a solução do mistério!
Na verdade as pessoas não param de desenhar depois de adultas, elas param antes! E é por isso que muitos adultos, mesmo com toda capacidade de observação que tem, ainda desenham como se fossem crianças!
O fato é que sem estímulo, alguns setores do cérebro “atrofiam” sua capacidade.
Como no dia-a-dia nosso cérebro acaba tendo que recorrer mais ao raciocínio lógico do hemisfério esquerdo, na escrita, na fala e na hora de somar a dívida do cartão de crédito, é normal que a criatividade do hemisfério direito fique preguiçoso, dificultando assim desenvolver uma expressão artística.
O fato é que sem estímulo, alguns setores do cérebro “atrofiam” sua capacidade.
Como no dia-a-dia nosso cérebro acaba tendo que recorrer mais ao raciocínio lógico do hemisfério esquerdo, na escrita, na fala e na hora de somar a dívida do cartão de crédito, é normal que a criatividade do hemisfério direito fique preguiçoso, dificultando assim desenvolver uma expressão artística.
p.s - Para ilustrar este post tive que desenhar igual uma criança. Não sabia que era tão difícil "desaprender" a desenhar!
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Comentários de Filme

Se você já alugou um filme, e depois que assistiu, ficou com aquela estranha sensação de tempo desperdiçado. Sim meu amigo, você foi mais uma das vítimas dos comentários de filme!
Pior é que há uns anos, descobriram que um tal de David Manning era um crítico de mentira, criado pela Columbia Pictures para "elogiar" seus lançamentos? rá!!!
Pois é, acho que não fui a unica a ser enganada!
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Sexta-feira 13

E nesta sexta-feira 13 pós-apagão, melhor andar com um óculos de visão noturna para desviar dos gatos pretos. Nunca se sabe se ficaremos no escuro novamente né?
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Cada vez melhor
Desde que eu tive acesso aos primeiros blogs, fiquei com vontade de também ter um. Seria um lugar onde poderia publicar meus desenhos, falar sobre a vida, conhecer gente e, quem sabe, até ganhar uns trocados.
Em 2004 cheguei a criar um blog, mas me faltava tempo, apoio moral, inspiração e uma conexão decente para sair do único post, que dizia: “Terra chamando... Terra chamando...”.
E então, eu e o pobre blog paramos no tempo. Foram cinco anos esperando o belo dia em que a inspiração chegasse. Mas não chegou. Quem chegou mesmo foi o Ricbit, que me incentivou a retomar antigos projetos. Salvando assim, eu e o blog do marasmo!
Com o blog há quatro meses no ar, e a todo vapor, decidi que já era hora de deixá-lo mais confortável. Montei um novo layout no Photoshop, e então, abusando mais uma vez da boa vontade do marido, pedi pra ele me ajudar com o novo template.

Enquanto Ricbit brigava com o html, eu criava um novo cabeçalho. Queria uma imagem que tivesse mais a ver com a temática do blog. Pensei num desenho, uma Ila cheia de ideias brotando da cabeça, todos interligados pelas cores. Aí saiu esta ilustração colorida e feliz. Ficou lindo né?

As vezes mudanças são necessárias. Não só no blog, mas nas nossas vidas.
A criação do blog, os desenhos, o carinho das pessoas, o novo template… tudo isso significa muito para mim, pois é reflexo de como me sinto. E assim percebo que estou no caminho certo, e melhor, fazendo uma coisa que adoro!
E que a gente continue mudando sempre, e pra melhor!
Em 2004 cheguei a criar um blog, mas me faltava tempo, apoio moral, inspiração e uma conexão decente para sair do único post, que dizia: “Terra chamando... Terra chamando...”.
E então, eu e o pobre blog paramos no tempo. Foram cinco anos esperando o belo dia em que a inspiração chegasse. Mas não chegou. Quem chegou mesmo foi o Ricbit, que me incentivou a retomar antigos projetos. Salvando assim, eu e o blog do marasmo!
Com o blog há quatro meses no ar, e a todo vapor, decidi que já era hora de deixá-lo mais confortável. Montei um novo layout no Photoshop, e então, abusando mais uma vez da boa vontade do marido, pedi pra ele me ajudar com o novo template.

Enquanto Ricbit brigava com o html, eu criava um novo cabeçalho. Queria uma imagem que tivesse mais a ver com a temática do blog. Pensei num desenho, uma Ila cheia de ideias brotando da cabeça, todos interligados pelas cores. Aí saiu esta ilustração colorida e feliz. Ficou lindo né?

As vezes mudanças são necessárias. Não só no blog, mas nas nossas vidas.
A criação do blog, os desenhos, o carinho das pessoas, o novo template… tudo isso significa muito para mim, pois é reflexo de como me sinto. E assim percebo que estou no caminho certo, e melhor, fazendo uma coisa que adoro!
E que a gente continue mudando sempre, e pra melhor!
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
Adriana e Raphael

Mais uma caricatura de noivinhos na moto!
Eles vão usar esta ilustração no convite e nos brindes. Não é chique demais?
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Vicente
Cada pessoa tem seu jeito de lembrar das pessoas queridas que foram “pro lado de lá”. Algumas fazem festas, outras fazem comidas, levam flores, limpam a sepultura, reviram velhos álbuns de fotografias, conversam, cantam, choram. Algumas preferem nem lembrar.
Bom, eu desenho.
Este é meu bisavô Vicente. Ele nasceu em 1910 e faleceu em 2004. Viveu numa geração de muitas mudanças. Acompanhou a evolução do telefone até a chegada da internet. E por isso mesmo não se deixava chocar por qualquer notícia. Sempre respondia com um “barbaridade...” à qualquer novidade, boa ou ruim.

Poderia escrever muitas coisas sobre ele. Sobre suas histórias, sua letra bonita, as viagens que fazia, os causos do sítio, o amor que sentia pela minha bisavó... Mas me limito a dizer que não existia tempo ruim para meu bisavô. Mesmo no finalzinho, já debilitado, nunca perdeu o bom humor. Quando estava sendo levado de cadeira de rodas para o hospital, brincou com todos imitando uma buzina para saírem da frente. Talvez isso também explique o porque dele ter tido uma saúde de ferro a vida toda. Para ele, o copo estava sempre metade cheio.
Se eu pudesse dizer só uma coisa à ele, diria que sinto saudades de sua risada. E se pudesse dizer mais uma coisa, diria que o Brasil vai sediar as Olimpíadas em 2016. Só para escutar ele dizendo “barbaridade...”.
Este é meu bisavô Vicente. Ele nasceu em 1910 e faleceu em 2004. Viveu numa geração de muitas mudanças. Acompanhou a evolução do telefone até a chegada da internet. E por isso mesmo não se deixava chocar por qualquer notícia. Sempre respondia com um “barbaridade...” à qualquer novidade, boa ou ruim.

Vicente - Grafite e nanquim digital
Poderia escrever muitas coisas sobre ele. Sobre suas histórias, sua letra bonita, as viagens que fazia, os causos do sítio, o amor que sentia pela minha bisavó... Mas me limito a dizer que não existia tempo ruim para meu bisavô. Mesmo no finalzinho, já debilitado, nunca perdeu o bom humor. Quando estava sendo levado de cadeira de rodas para o hospital, brincou com todos imitando uma buzina para saírem da frente. Talvez isso também explique o porque dele ter tido uma saúde de ferro a vida toda. Para ele, o copo estava sempre metade cheio.
Se eu pudesse dizer só uma coisa à ele, diria que sinto saudades de sua risada. E se pudesse dizer mais uma coisa, diria que o Brasil vai sediar as Olimpíadas em 2016. Só para escutar ele dizendo “barbaridade...”.
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Catita in the Sky
E nesta semana saudosa, a gente se pega lembrando de todos que já se foram, inclusive dos animais. Então me lembrei de uma cachorrinha muito querida que tive. A Catita.

Catita chegou em casa quando eu tinha 7 anos. Veio de uma cria que estava para adoção. Meu pai trouxe ela na surdina, pois minha mãe não queria saber de bagunça. Para nossa alegria, acabou ficando depois de muita insistência.
Catita era especial. Viveu sempre muito alegre, discreta e elegante. Era espiritualmente elevada. Mais que muita gente por aí. Fez parte da minha vida durante 15 anos. Para mim, ela representa minha infância e o tempo em que morei com meus pais.
Ela foi pro céu dos cachorros numa tarde de domingo. Estava velhinha e cansada.

Desenho realista da Catita tirando um cochilo no céu
Catita chegou em casa quando eu tinha 7 anos. Veio de uma cria que estava para adoção. Meu pai trouxe ela na surdina, pois minha mãe não queria saber de bagunça. Para nossa alegria, acabou ficando depois de muita insistência.
Catita era especial. Viveu sempre muito alegre, discreta e elegante. Era espiritualmente elevada. Mais que muita gente por aí. Fez parte da minha vida durante 15 anos. Para mim, ela representa minha infância e o tempo em que morei com meus pais.
Ela foi pro céu dos cachorros numa tarde de domingo. Estava velhinha e cansada.
Por muito tempo continuei escutando os latidos dela antes de dormir. As vezes ainda escuto.
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Dia das Saudades

Gosto de pensar que aqueles que amamos nunca morrem, só partem antes de nós.
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