À princípio deu aquele medinho né? Vai fazer quase uns 10 anos que eu não me arrisco a sair dos limites do mundo limpinho e perfeito da arte digital. Mas este dia chegou, e lá estava eu cara a cara com o papel! Aiii
Mas, para minha surpresa, o lápis deslizou fácil e o desenho foi brotando na minha frente. Minha memória sensorial, dos tempos de adolescente, foi surgindo (talvez por isso que o traço saiu mais no estilo mangá que o normal, naquela época eu só desenhava assim! hehe). Me lembrei da experiência de desenhar no papel, e isso foi bom!

Aí chegou a parte crítica: a pintura!
Bom, antes eu desenhava a maior parte das vezes com lápis de cor, e vez ou outra fazia um detalhe com aquarela. Aquarela não, corante de bolo! Pois é, eu misturava aquele pozinho na água e voilà. Aquilo era a minha “aquarela”.
E foi viajando nestas lembranças, que fiz a minha primeira ilustração em aquarela depois de muitos anos! E olha que legal ficou!

Ok, olhando criticamente, tem muuuita coisa que preciso melhorar. Mas acho que isso é o de menos. Afinal, a arte no mundo real - assim como a vida real - é cheia de imperfeições. E muitas vezes é isso que dá o charme né?






















